FAQs

Tratamento TMS

Questões Frequentes

A Estimulação Magnética Transcraniana (TMS) é uma técnica de neuromodulação não invasiva que utiliza campos magnéticos para induzir correntes elétricas em regiões específicas do córtex cerebral. Esta estimulação permite modular a atividade neuronal em circuitos cerebrais associados à regulação emocional, comportamento e cognição.

O TMS baseia-se no princípio da indução eletromagnética descrito por Faraday. Os pulsos magnéticos gerados pelo dispositivo atravessam o crânio sem necessidade de intervenção invasiva e induzem correntes elétricas no tecido cortical, modulando a excitabilidade neuronal e a conectividade funcional entre diferentes regiões cerebrais.

Sim. O ExoTMS é uma tecnologia avançada baseada nos princípios da Estimulação Magnética Transcraniana (TMS). Trata-se de um sistema patenteado de neuromodulação que utiliza pulsos magnéticos para estimular áreas específicas do cérebro.

Tal como outras tecnologias de TMS, o ExoTMS baseia-se em décadas de investigação científica em neuromodulação cerebral, sendo utilizado em protocolos terapêuticos destinados à modulação de circuitos neuronais associados a diversas condições clínicas.

A neuromodulação por TMS tem sido investigada desde a década de 1980 e é atualmente objeto de milhares de publicações científicas em revistas médicas internacionais. Estudos clínicos demonstram que a estimulação repetitiva de determinadas regiões corticais pode modular redes neuronais envolvidas na regulação emocional, no controlo de impulsos e na função cognitiva.

Sim. A estimulação magnética transcraniana possui marcação CE para uso médico na União Europeia e foi autorizada pela Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos para o tratamento da depressão major resistente à medicação, entre outras indicações clínicas.

Segurança e Perfil Clínico

Questões Frequentes

Quando realizado com dispositivos certificados e por profissionais qualificados, o TMS é considerado um procedimento seguro e não invasivo. O perfil de segurança tem sido amplamente documentado em estudos clínicos e revisões sistemáticas publicadas na literatura científica

Não. A Estimulação Magnética Transcraniana é um método de neuromodulação completamente distinto da terapia eletroconvulsiva (ECT). O TMS não requer anestesia, não induz convulsões e é realizado com o paciente acordado durante todo o procedimento.

O TMS atua sobretudo ao nível da modulação funcional da atividade neuronal e da conectividade entre regiões cerebrais. Estudos sugerem que a repetição de estímulos magnéticos pode promover fenómenos de plasticidade neuronal semelhantes aos mecanismos fisiológicos de aprendizagem e adaptação cerebral.

Os efeitos secundários reportados são geralmente ligeiros e transitórios, podendo incluir desconforto no couro cabeludo ou cefaleia ligeira após a sessão. Eventos adversos graves são raros quando o tratamento é realizado de acordo com protocolos clínicos estabelecidos.

Não. A estimulação magnética transcraniana é considerada um procedimento não invasivo, uma vez que não envolve cirurgia, anestesia ou implantação de dispositivos.

Tratamento e Protocolos

Questões Frequentes

A rTMS refere-se à aplicação repetida de pulsos magnéticos em sequências específicas, permitindo modular a excitabilidade neuronal ao longo do tempo. Diferentes parâmetros de estimulação podem produzir efeitos facilitadores ou inibitórios na atividade cortical.

A duração de uma sessão depende do protocolo terapêutico utilizado. Em muitos protocolos clínicos, as sessões podem variar entre 20 e 25 minutos.

O número de sessões depende da condição clínica tratada e do protocolo utilizado. Protocolos terapêuticos podem incluir múltiplas sessões distribuídas ao longo de várias semanas.

A resposta clínica pode variar entre pacientes. Em alguns casos, melhorias sintomáticas podem ser observadas após várias sessões de tratamento, refletindo os processos graduais de modulação da atividade neuronal.

O custo do tratamento com Estimulação Magnética Transcraniana pode variar em função do protocolo terapêutico definido, do número de sessões necessárias e da avaliação clínica individual. Em muitos programas terapêuticos estruturados, o valor por sessão pode situar-se aproximadamente entre 100€ e 200€, quando integrado num plano de tratamento composto por múltiplas sessões ao longo de várias semanas. A definição do plano terapêutico e do respetivo enquadramento financeiro é normalmente realizada após avaliação clínica inicial.

Indicações Clínicas

Questões Frequentes

A neuromodulação por TMS tem sido estudada e utilizada em diversas condições neuropsiquiátricas, incluindo depressão major, depressão resistente à medicação e perturbação obsessivo-compulsiva.

Na depressão, determinadas regiões do córtex pré-frontal apresentam alterações na atividade neuronal e na conectividade funcional. A estimulação magnética dirigida a estas áreas pode ajudar a modular esses circuitos cerebrais.

Sim. A estimulação magnética transcraniana foi autorizada pela FDA para o tratamento da depressão major resistente à medicação em determinados contextos clínicos.

Alguns protocolos de neuromodulação têm sido estudados para modular circuitos cerebrais associados ao controlo de impulsos, recompensa e comportamento alimentar.

Sim. Estudos clínicos têm investigado a utilização da estimulação magnética transcraniana na modulação de redes neuronais envolvidas nos comportamentos obsessivo-compulsivos.

Elegibilidade e Avaliação

Questões Frequentes

A elegibilidade para TMS deve ser determinada após avaliação clínica individual, considerando o histórico médico, a condição clínica e possíveis contraindicações.

Algumas situações podem constituir contraindicação relativa ou absoluta, como a presença de determinados implantes metálicos intracranianos ou dispositivos eletrónicos implantáveis próximos da área de estimulação.

Sim. A avaliação clínica inicial é fundamental para determinar a indicação terapêutica, definir o protocolo adequado e avaliar possíveis contraindicações.

Na maioria dos casos, os pacientes podem regressar imediatamente às suas atividades diárias, uma vez que o procedimento não requer período de recuperação.

A forma mais adequada de determinar a elegibilidade é através de uma avaliação clínica realizada por profissionais de saúde com experiência em neuromodulação.

Agendamento e Condições Administrativas

Questões Frequentes

A clínica aceita diferentes formas de pagamento para maior comodidade dos pacientes, incluindo cartão de débito, cartão de crédito e numerário. Atualmente não são aceites pagamentos por cheque.

Sim, a AlmaraClinic disponibiliza soluções de pagamento através do seu parceiro Cofidis Pay, permitindo fracionar o valor do tratamento em prestações mensais.

As condições específicas da solução de pagamento são apresentadas durante o processo de avaliação e planeamento terapêutico, estando sujeitas à aprovação da entidade financeira.

O pagamento das prestações com 0% de encargos será efetuado no cartão de débito ou crédito do cliente através da solução de pagamento assente em contrato de factoring entre a Cofidis e o comerciante. Informe-se na Cofidis, registada no Banco de Portugal com o nº 921.

O processo inicia-se com uma conversa inicial de esclarecimento conduzida pela equipa clínica, durante a qual são explicados os princípios do tratamento, avaliadas possíveis contraindicações e recolhidas informações preliminares sobre a condição clínica. Nesta fase podem também ser utilizados questionários clínicos e instrumentos de avaliação científica que ajudam a caracterizar os sintomas e a orientar, de forma preliminar, os protocolos terapêuticos mais adequados.

Caso exista indicação clínica, é então agendada a consulta com o diretor clínico, durante a qual é realizada uma avaliação clínica completa, permitindo validar o diagnóstico e definir o plano terapêutico mais adequado.

Caso o paciente não compareça à consulta médica de avaliação e não comunique o cancelamento com pelo menos 24 horas de antecedência, o valor pago no momento do agendamento não é reembolsado e a consulta é considerada anulada, salvo situações de força maior devidamente justificadas.

Sempre que necessário, a clínica procura acomodar pedidos de reagendamento. Recomenda-se que qualquer alteração de data ou horário seja comunicada com a maior antecedência possível, idealmente com pelo menos 24 horas de antecedência, de forma a permitir a reorganização da agenda clínica e a disponibilidade para outros pacientes.